quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Prøvérbiøs dø Infernø



Prøvérbiøs dø Infernø†


devil


  • Conduz teu carro e teu arado sobre a ossada dos mortos.
  • O caminho do excesso leva ao palácio da sabedoria.
  • A prudência é uma rica, feia e velha donzela cortejada pela Impotência.
  • Aquele que deseja e não age engendra a peste.
  • O verme perdoa o arado que o corta.
  • Imerge no rio aquele que ama a água.
  • O tolo não vê a mesma árvore que o sábio vê.
  • Aquele cuja face não fulgura jamais será uma estrela.
  • A Eternidade anda enamorada dos frutos do tempo.
  • À laboriosa abelha não sobra tempo para tristezas.
  • As horas de insensatez são medidas pelo relógio, as de sabedoria, porém, não há relógio que as meça.
  • Todo alimento sadio se colhe sem rede e sem laço.
  • Toma número, peso & medida em ano de míngua.
  • Ave alguma se eleva a grande altura, se eleva com suas próprias asas.
  • Um cadáver não revida agravos.
  • O ato mais alto é priorizar o outro.
  • Se o tolo persistice em sua tolice, sábio se tornaria.
  • A tolice é o manto da malandrice.
  • Prisões se constroem com pedras da Lei; Bordéis, com tijolos da Religião.
  • A vanglória do pavão é a glória de Deus.
  • O cabritismo do bode é a bondade de Deus.
  • A fúria do leão é a sabedoria de Deus.
  • A nudez da mulher é a obra de Deus.
  • Excesso de pranto ri. Excesso de riso chora.
  • O Rugir de leões, o uivar dos lobos, o furor do mar em procela e a espada destruidora são fragmentos de eternidade, demasiado grandes para o olho humano.
  • A raposa culpa o ardil, não a si mesma.
  • Júbilo fecunda. Tristeza engendra.
  • Vista o homem a pele do leão, a mulher, o velo da ovelha.
  • O pássaro um ninho, a aranha uma teia, homem amizade.
  • O tolo, egoísta e risonho, & tolo, sisudo e tristonho, serão ambos julgados sábios, para que sejam exemplo.
  • O que agora se prova outrora foi imaginário.
  • O rato, o camundongo, a raposa e o coelho espreitam as raízes: o leão, o tigre, o cavalo e o elefante espreitam os frutos.
  • A cisterna contém: a fonte transborda.
  • Uma só idéia impregna a imensidão.
  • Dize sempre o que pensas e o vil te evitará.
  • Tudo em que se pode crer é imagem da verdade.
  • Jamais uma águia perdeu tanto tempo como quando se dispôs a aprender com a gralha.
  • A raposa provê a si mesma, mas Deus provê ao leão.
  • De manhã, pensa. Ao meio dia, age. Ao entardecer, come. De noite, dorme.
  • Quem consentiu que dele te aproveitasses, este te conhece.
  • Assim como o arado segue as palavras, Deus recompensa as preces.
  • Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da instrução. Da água estagnada espera veneno.
  • Jamais saberás o que é suficiente, se não souberes o que é mais suficiente.
  • Ouve a crítica do tolo! é um direito régio!
  • Os olhos de fogo, as narinas de ar, a boca de água, a barba de terra.
  • O fraco em coragem é forte em astúcia.
  • A macieira jamais pergunta à faia como crescer; nem o leão ao cavalo como apanhar sua presa.
  • Quem reconhecido recebe, abundante colheita obtém.
  • Se outros não fossem tolos, seríamos nós.
  • A alma imersa em deleite jamais será maculada.
  • Quando vês uma guia, vês uma parcela do Gênio; ergue a cabeça!
  • Assim como a lagarta escolhe as mais belas folhas para pôr seus ovos, o sacerdote lança suas maldições sobre as alegrias mais belas.
  • Criar uma pequena flor é labor de séculos.
  • Maldição tenciona: Bênção relaxa.
  • O melhor vinho é o mais velho, a melhor água, a mais nova.
  • Orações não aram! Louvores não colhem!
  • Alegrias não riem! Tristezas não choram!
  • A cabeça, sublime; o coração, Paixão; os genitais, Beleza; mãos e pés, Proporção.
  • Como o ar para o pássaro, ou o mar para o peixe, assim o desprezo para o desprezível.
  • O corvo queria tudo negro; a coruja, tudo branco.
  • Exuberância é Beleza.
  • Se seguisse os conselhos da rapoza, o leão seria astuto.
  • O Progresso constrói caminhos retos; mas caminhos tortuosos sem Progresso são caminhos de Gênio.
  • Melhor matar um bebê em seu berço que acalentar desejos irrealizáveis.
  • Onde ausente o homem, estéril a natureza.
  • A verdade jamais será dita de modo compreensível, sem que nela se creia.
  • Suficiente! ou Demasiado.
  • No tempo de semeadura, aprende; na colheita, ensina; no inverno, desfruta.




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